Foda-se
Satisfez-se por ter finalmente conseguido clicar o “Foda-se“, aquele mesmo botão que nos permite apertar a mão de outrem, sem a preocupação em saber se imediatamente antes ele havia ou não coçado a bunda.
Resolvera escrever um texto sobre procrastinação, e concluiu sabiamente que o melhor a fazer seria deixá-lo para semana que vem. Contribuiu para isso o fato de ter começado este post faltando trinta minutos para as oito horas de quinta-feira.
Regozijou-se por ter entendido o motivo alguns dos motivos de escritores long time ago já adotarem pseudônimos: eles podem libertar-se de seus laços sociais, assumir preconceitos e derramar palavrões, sem que ninguém venha julgá-los. E não é que tenham medo de sofrer censura. Não querem, realmente, a apurrinhação por perto. Podem, ainda, contar histórias reais, transformando-as em não tão reais, de acordo com o que possa virar interessante. Eles não precisam da aprovação de nenhum amigo ou familiar. Precisam, sim, é escrever.

Leitores às vezes apurrinham. Eu é que sei.
Há braços!!